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Zé Peixe, famoso por conhecer o Rio Sergipe como a palma da mão

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Foto: Ed Kashi

          Poucos o conheciam como José Martins Ribeiro Nunes. O nosso segundo Ilustre Sergipano é o querido Zé Peixe, famoso por conhecer o Rio Sergipe como a palma da mão e conduzir embarcações que entravam e saiam de Aracaju. Foi em 1927 que a avenida Ivo do Prado ganhou um curioso morador, que sempre afirmou saber nadar desde o seu nascimento. Esse mesmo endereço presenciou Zé Peixe saindo todos os dias e indo em direção à Capitania dos Portos para nadar quilômetros que normalmente eram percorridos somente por barcos.

          Foi em um desses dias comuns que um dos capitães, ao ver o menino nadar grandes distâncias, o apelidou de Zé Peixe. Com o tempo, Zé Peixe começou a atuar como prático, orientando os comandantes dos navios para entrar e sair do porto, porém, ele exercia a profissão de uma maneira não muito convencional. Ele costumava embarcar em grandes navios e pular deles no momento do transbordo para o rebocador, onde guiava as embarcações e voltava nadando até o litoral após o dever cumprido.

          Após saltar diariamente de uma altura aproximada de 17 metros, ele ainda enfrentava o forte sol e caravelas que queimava quase sempre o seu corpo. Certa vez, aos 25 anos, ele conduzia junto com sua irmã Rita um barco vindo do Rio Grande do Norte. Esse barco acabou virando e todos os seus tripulantes foram salvos pelos dois Peixes, já que a partir desse dia sua irmã passou a ser chamada de Rita Peixe. Foi por causa desses e outros salvamentos de naufrágios que Zé Peixe foi homenageado diversas vezes, inclusive pela própria Marinha de Sergipe.

          Além da sua habilidade na água, ele também era conhecido por seus hábitos, como não tomar banho doce desde a II Guerra e nunca usar sapatos, por exemplo. O também conhecido “Tritão de Sergipe” seguiu trabalhando de forma independente, mesmo depois de se aposentar, até os 85 anos, quando faleceu de insuficiência respiratória.

          E aí, quem nunca tinha ouvido falar sobre esse Ilustre Sergipano? E quem quiser conhecer um pouco mais sobre a sua história, pode visitar o Espaço Zé Peixe na avenida Rio Branco, que está aberto todos os dias, das 7h às 19h. São essas e outras histórias que representam verdadeiramente a sergipanidade e que merecem serem contadas pela Pisolar. Logo mais voltamos com mais um Ilustre Sergipano!

          Poucos o conheciam como José Martins Ribeiro Nunes. O nosso segundo Ilustre Sergipano é o querido Zé Peixe, famoso por conhecer o Rio Sergipe como a palma da mão e conduzir embarcações que entravam e saiam de Aracaju. Foi em 1927 que a avenida Ivo do Prado ganhou um curioso morador, que sempre afirmou saber nadar desde o seu nascimento. Esse mesmo endereço presenciou Zé Peixe saindo todos os dias e indo em direção à Capitania dos Portos para nadar quilômetros que normalmente eram percorridos somente por barcos.

          Foi em um desses dias comuns que um dos capitães, ao ver o menino nadar grandes distâncias, o apelidou de Zé Peixe. Com o tempo, Zé Peixe começou a atuar como prático, orientando os comandantes dos navios para entrar e sair do porto, porém, ele exercia a profissão de uma maneira não muito convencional. Ele costumava embarcar em grandes navios e pular deles no momento do transbordo para o rebocador, onde guiava as embarcações e voltava nadando até o litoral após o dever cumprido.

          Após saltar diariamente de uma altura aproximada de 17 metros, ele ainda enfrentava o forte sol e caravelas que queimava quase sempre o seu corpo. Certa vez, aos 25 anos, ele conduzia junto com sua irmã Rita um barco vindo do Rio Grande do Norte. Esse barco acabou virando e todos os seus tripulantes foram salvos pelos dois Peixes, já que a partir desse dia sua irmã passou a ser chamada de Rita Peixe. Foi por causa desses e outros salvamentos de naufrágios que Zé Peixe foi homenageado diversas vezes, inclusive pela própria Marinha de Sergipe.

          Além da sua habilidade na água, ele também era conhecido por seus hábitos, como não tomar banho doce desde a II Guerra e nunca usar sapatos, por exemplo. O também conhecido “Tritão de Sergipe” seguiu trabalhando de forma independente, mesmo depois de se aposentar, até os 85 anos, quando faleceu de insuficiência respiratória.

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          E aí, quem nunca tinha ouvido falar sobre esse Ilustre Sergipano? E quem quiser conhecer um pouco mais sobre a sua história, pode visitar o Espaço Zé Peixe na avenida Rio Branco, que está aberto todos os dias, das 7h às 19h. São essas e outras histórias que representam verdadeiramente a sergipanidade e que merecem serem contadas pela Pisolar. Logo mais voltamos com mais um Ilustre Sergipano!

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